sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Me senti como O Pequeno Príncipe querendo cuidar de sua flor ao revirar os livros e encontrar a minha, a única. Lembrei do dia em que a ganhei, eu sempre sentava na cantina do colégio e ficava observando a roseira, pequena, num cantinho. Numa certa tarde passei pela bendita roseira e reclamei que nunca havia de ganhar uma rosa, joguei um belo verde, e colhi maduro, digo ganhei a rosa. Uma rosa roubada, mas sei que foi com a melhor das intenções. E guardei a linda rosa por ai, onde eu nem lembrava, mas ontem vasculhando meus velhos e amados livros, a reencontrei seca e com o mesmo perfume e com a mesma beleza que me encantava com aquele lindo sol das manhãs.

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